terça-feira, abril 25, 2006

25 de Abril, sempre!!

quarta-feira, abril 19, 2006

No seguimento do post anterior...

segunda-feira, abril 17, 2006

Ali-deputado e os 140 ladrões

Estou de volta, aproveitei o fds prolongado e fiz uma mini ferias… é claro que não foram “pagas” como as dos deputados que assinaram e vão receber e nem os pés colocaram no parlamento.

Era mais do que motivo, não para serem demitidos, mas se demitirem… há que ganhar vergonha na cara, deviam servir o povo e não servirem-se do povo.

L.L.

quarta-feira, abril 05, 2006

Queres ser uma mera estatística???

Já se vem a falar disto há algum tempo, mas estes dias li uma cena q vai de encontro ao que eu já achava…

Como é possível q as mulheres aceitem essa cena de cotas nos partidos políticos? Ou melhor nas listas de candidatura… Não que o pessoal q por lá anda tenha muito mérito e trabalhe muito, mas agora ir para lá apenas porque existe uma cota a preencher… A seguir teremos também cota para gays? E negros? Já agora os deficientes… É claro que se fazemos isso no parlamentos tb devemos fazer isso em tudo o resto… já agora cota de mulheres para medicina, conta de mulheres para engenharia (ai até q devia ser …) etc. É claro q se o sr. Deputado tiver se ser operado por um medico vai querer saber se foi dos q entrou pela cota… e sendo vai procurar um que tenho ido por mérito… E fazer uma casa, será que vai dormir descansado sabendo que a arquitecta que lhe fez o projecto foi também um das entrou nas cotas… Pois é, há mas é q dar ao pedal para se chegar aos cargos e se não aparecem mais mulheres azar… arranjem maneira de as mulheres com competência querem ir para lá… Sim que hoje em dia ir para deputado não abona muito em favor da inteligência ;) é mais das cunhas ;)

As mentiras q os homens contam

“Um Homem só se conhece em duas situações: quando está sob a ameaça de uma arma ou quando quer conquistar uma mulher. (…) Só nos conhecemos, mesmo, na frente de uma arma ou atrás de uma mulher. Você pode argumentar que ambas são situações de descontrole emocional. Errado: o descontrole é o homem. O controle é o disfarce. Você deve se julgar pelo seu comportamento quando enfrentou a possibilidade da morte ou quando estava a fim da (o nome é hipotético) Gesileide. Aquela vez que você se encondeu atrás de um posto para ver se ela chegava em casa com alguém. Meia-noite e você atrás do poste, sob o olhar curioso de cachorros e porteiros, fingindo que lia a lista do bicho no escuro. Aquele imbecil – e não esse cidadão adulto, respeitável, razoável, comedido, talvez até com títulos – é você. Tudo o mais é a capa do imbecil essencial. Tudo o mais é fingimento. Você nunca foi tão você quanto atrás daquele poste. Pense em tudo o que você já fez para conquistar uma mulher. Os falsos encontros casuais, cuidadosamente arquitectados. Os falsos telefonemas errados, só para ouvir a voz dela. (“Telefonei para você? Onde eu estou com a cabeça!”) As bobagens que você disse, tentando impressioná-la. Pior, as bobagens que você ensaiou em casa e disse como se tivesse pensado na hora. O que você lhe escreveu, sem revisão ou autocrítica. Aquele ridículo era você. Os dias e dias que você passou só pensando nela. O país desse jeito, e você só pensando nela. Sem dormir, pensando nela. Tanta coisa para fazer, e você escrevendo o nome dela sem parar. Gesileide (digamos), Gesileide, Gesileide… e as mentiras? E a vez que você inventou que era meio-primo do Júlio Iglesias? E o que você sofreu quando parecia que não ia dar certo? Como um adolescente. Aquele adolescente era você. Isso que você é agora é o disfarce, é o imbecil essencial em recesso provisório. Só o vexame é autêntico num homem.” Texto de Luís Fernando Veríssimo em “As Mentiras que os Homens Contam”